O traço que entrou no carimbo por hábito
Foi para o campo de assinatura da primeira prancha que você fechou e nunca mais saiu de lá. Hoje fecha projeto, laudo e memorial com a mesma pressa da primeira vez.
Prancha, especificação, orçamento, laudo, parecer. O art. 14 da Lei nº 5.194/1966 exige a sua assinatura em cada um deles, com o seu título e o seu número no Crea ao lado. O traço que cumpre isso hoje foi decidido antes de você ter o registro. A JetSign desenha o seu do zero e entrega o kit para tudo que sai com a sua responsabilidade técnica.
A prévia usa traçados de referência para você escolher a direção. O seu conceito nasce em branco, soletrado letra por letra, e passa por conferência de grafia — nome e título profissional conferidos contra o briefing.
A imagem da sua assinatura entra uma vez no perfil da plataforma, no papel timbrado e no bloco de e-mail. Depois disso ela fecha projeto, memorial, laudo e diário de obra sem você pensar nela de novo.
Marcas de terceiros citadas apenas para indicar compatibilidade de arquivo. Sem vínculo, parceria ou patrocínio.
A folha tem norma. Escala, revisão e numeração seguem padrão de desenho técnico, e a legenda identifica o responsável técnico — o art. 14 da Lei nº 5.194/1966 exige, na peça gráfica, o título profissional e o número de registro ao lado da assinatura. O traço dessa assinatura é o único elemento da prancha cuja forma nunca teve especificação nenhuma — nem da norma, nem sua.
E a precisão importa aqui. O que a lei exige é identificação: a assinatura, o título profissional e o número de registro ao lado dela (art. 14). Assinar dentro do carimbo é prática de escritório, consolidada em toda mesa do país — e é justamente por não ser requisito da legenda que ninguém nunca especificou como esse traço deveria ser.
Traduzindo: a parte que a norma controla foi decidida por comitê, revisada e publicada. A parte que carrega o seu nome você resolveu em dois segundos, provavelmente na semana em que saiu o seu registro.
O art. 14 da Lei nº 5.194/1966 é de outra ordem: ele exige a assinatura — e o título profissional e o número de registro ao lado dela — em trabalho gráfico, especificação, orçamento, parecer e laudo. A lei fala da assinatura. Nenhuma norma fala da forma dela.
Nenhum elemento daquela folha entrou sem decisão. Um entrou.
Foi para o campo de assinatura da primeira prancha que você fechou e nunca mais saiu de lá. Hoje fecha projeto, laudo e memorial com a mesma pressa da primeira vez.
Nasce em branco, soletrado letra por letra, e passa por conferência de grafia antes de chegar até você. Nenhum outro nome recebe esse traço.
O art. 16 da Lei nº 5.194/1966 obriga placa visível e legível ao público enquanto durar a execução, com o nome do autor e dos coautores do projeto e o dos responsáveis pela execução. A Resolução Confea nº 407/1996 torna esse uso obrigatório e sujeita o infrator à multa da alínea “a” do art. 73 da mesma lei. Título profissional e número de registro são exigência do art. 14 da mesma lei nas peças técnicas; na placa, eles aparecem por orientação de fiscalização, que varia de Crea para Crea.
O médico assina no consultório. O advogado, no processo. O seu nome fica na rua, em corpo grande, por meses. Ele já é público há muito tempo. O traço que o assina é que nunca foi decidido.
A placa exige nome. Título e registro, onde o seu Crea os pede, entram por orientação de fiscalização. A assinatura, nunca. Levá-la para lá é escolha sua, e o vetor do kit imprime a três metros com a mesma curva que imprime em 1:50.
Escala, cotas, memorial, quantitativo: cada número da prancha foi conferido por alguém. O traço no canto do carimbo é a única coisa daquela folha que nunca foi olhada duas vezes.
Na empreitada de edifícios, o art. 618 do Código Civil dá cinco anos irredutíveis de responsabilidade pela solidez e segurança ao empreiteiro de materiais e execução. Se a execução é sua, a obra que você fecha este mês te acompanha por todos eles. A assinatura que a fechou você decidiu sem pensar dois segundos.
Emprestar o nome sem participação real é exercício ilegal da profissão, na Lei nº 5.194/1966, e é causa de nulidade da ART, na Resolução Confea nº 1.137/2023, art. 24, III, após decisão transitada em julgado. A lei trata o seu nome como intransferível há sessenta anos. Ninguém nunca o desenhou.
Um laudo técnico vale pela assinatura do responsável, com nome, registro e título profissional ao lado. Ele pode ser aberto numa perícia daqui a dez anos — e o traço vai estar lá, exatamente do jeito que saiu.
Cada conceito nasce em branco para um nome só. Você acompanha e aprova cada etapa pelo portal do pedido — sem grupo de mensagens, sem áudio de sete minutos.
Você informa o nome como assina, o título profissional que usa antes dele e onde a assinatura vai aparecer: carimbo de prancha, memorial, laudo, diário de obra, papel timbrado. Leva menos de cinco minutos.
Recebe os conceitos do seu plano, desenhados do zero para o seu nome, lado a lado, já testados em corpo reduzido — o tamanho real do canto de uma legenda.
Escolhe o favorito e refina traço, inclinação e composição nas rodadas do seu plano. Inclui a versão curta, para rubricar página por página de memorial e de caderno de encargos.
Baixa o kit: PNG com fundo transparente, SVG, PDF, variações de cor, assinatura de e-mail, versão para impressão, monograma e rubrica.
Cada traço nasce único para um nome. Escreva o seu no topo da página e ele aparece aqui nos cinco traçados de referência — toque em um para levá-lo para a prévia da legenda. Assinatura de cliente não é exposta, nunca.
Direções de traço para comparação, geradas com traçados de referência a partir do nome digitado. Os conceitos do seu pedido nascem em branco, um por nome, e passam por conferência de grafia antes de chegar até você.
Seis linhas assinaladas por quem não desenhou o traço. Nenhum conceito sai do ateliê sem isso.
Antes de qualquer conceito sair do ateliê, o nome é soletrado letra por letra e conferido contra o briefing por uma segunda pessoa. Nome errado em assinatura não tem correção depois — vale a mesma regra que você aplica a uma cota antes de liberar a prancha para a obra.

PNG com fundo transparente, SVG vetorial e PDF. O SVG tem caminhos, sem imagem embutida: é o arquivo que a comunicação visual pede para gravar em placa e a gráfica pede para cortar o carimbo de mesa.
Todos os planos
Suas iniciais no mesmo traço da assinatura — para avatar, papelaria do escritório e marcação de peça pequena.
Todos os planos
A versão curta da sua assinatura, para rubricar página por página de memorial, caderno de encargos e laudo extenso sem perder a identidade.
Todos os planos
Bloco HTML pronto para colar no Gmail, no Outlook e no Apple Mail — o traço ao lado dos campos de nome, função e contato, para você preencher.
Todos os planos
A sua assinatura aplicada em um documento, para você ver como ela fecha a página antes de usar.
Todos os planos
Passos numerados, direção de cada traço, recomendação de caneta e folhas de prática — para a hora em que a assinatura tem que sair à mão, na via impressa e no diário de obra.
Executiva e Exclusive
Manual de prática criado à mão por calígrafo profissional, com molde estêncil para impressão.
Executiva e Exclusive
Vídeo gravado por calígrafo profissional, executando a sua assinatura traço por traço, na velocidade em que dá para acompanhar.
Exclusive
O mesmo traço em acabamento metálico, para placa de porta, brinde e papelaria de gravação.
ExclusivePNG com fundo transparente, SVG vetorial e PDF. O SVG é vetor de verdade: caminhos, sem imagem embutida. Abra num editor de texto se quiser conferir. É por isso que a mesma assinatura sai limpa no canto de um memorial e numa placa de três metros.
Nenhum dos três importa SVG. Está na documentação oficial da Autodesk e da Graphisoft, e preferimos dizer antes que você descubra. O que funciona: o PNG com fundo transparente entra como imagem nos três e resolve a maior parte dos usos. Quando você precisar de geometria vetorial dentro do desenho, o SVG converte para DXF ou DWG sem perda de curva. No AutoCAD há ainda a rota oficial, PDFIMPORT — mas ela pede um PDF vetorial, exportado por você a partir do SVG; o PDF do kit é a assinatura em imagem, para leitura e impressão. O kit entrega PNG, SVG e PDF; a conversão, quando o uso pedir, é um passo seu.
Gov.br, DocuSign, Adobe Acrobat Sign, ClickSign, ZapSign, D4Sign: perfil, assinatura, enviar o PNG, uma vez. Em PDF que você fecha no computador, sobreponha a imagem no Acrobat, no Foxit ou no Preview antes de assinar com o seu certificado. As duas camadas convivem no mesmo arquivo.
A versão para impressão em alta resolução vai para o papel timbrado do escritório, para a via impressa do memorial e para a confecção do carimbo de mesa. O bloco de assinatura de e-mail cola no Gmail, no Outlook e no Apple Mail. E se a assinatura for para a placa da obra, o vetor é o arquivo que a comunicação visual pede.




A imagem da assinatura é uma camada visual. Ela não substitui, não altera e não interfere no seu certificado digital. A ART continua sendo cadastrada no sistema do Crea com assinatura eletrônica por senha pessoal e intransferível, na forma da Resolução Confea nº 1.137/2023. A JetSign não encosta em nenhum dos dois. Marcas de terceiros citadas apenas para indicar onde o arquivo pode ser usado. Sem vínculo, parceria ou patrocínio.
A ART é cadastrada em formulário eletrônico do Crea e assinada por senha pessoal e intransferível, na forma do art. 5º da Resolução Confea nº 1.137/2023 — a via manualmente preenchida só é registrada em caráter excepcional, com justificativa fundamentada, na forma do art. 74. Já a validade de uma assinatura eletrônica vem do meio de comprovação de autoria e integridade aceito pelas partes ou exigido por quem recebe o documento: o certificado ICP-Brasil garante a presunção do art. 10, § 1º, da MP nº 2.200-2/2001, e a Lei nº 14.063/2020 classifica as assinaturas em simples, avançada e qualificada nas interações com entes públicos. Nada disso muda com a JetSign.
O que entregamos é a imagem da sua assinatura. Ela ocupa, na prancha e no laudo, o mesmo lugar que o seu traço à caneta ocupa numa via impressa: é o que a pessoa vê. A responsabilidade técnica continua exatamente onde sempre esteve — no seu registro, no seu título e na sua anotação.
Trocar de assinatura é lícito e comum, e o que você já assinou continua como está. Se o traço novo for usado onde existe ficha de firma em cartório ou cartão de autógrafo em banco, a atualização é sua e se faz uma vez. Preferimos dizer isso agora a deixar você descobrir depois.
Nesta página não há depoimento, nota, estrela nem contagem de clientes. Não é modéstia. O Código de Ética do Confea, na Resolução nº 1.002/2002, exige do profissional informação certa, precisa e objetiva em publicidade pessoal, e veda expediente enganoso para conquistar contrato. O Código de Ética do CAU escreve a mesma ideia na frase mais curta que existe sobre o assunto: a reputação se constrói tão somente com base na qualidade dos serviços prestados. Esta casa já escrevia assim antes de ler qualquer um dos dois.
É por isso que esta página cita artigo, número e ano. Você confere em cinco minutos. A gente conta com isso.
Escopo, rodadas e prazo definidos por escrito — antes de você pagar. Sem letra miúda, sem surpresa.
O ateliê desenha um nome por vez. Quando a semana enche, a próxima vaga é fila.
Nossa garantia não é uma promessa. É uma lista.
As mesmas três linhas em toda página deste site, para todo cliente. Sem asterisco.
Você tem 7 dias corridos para responder cada rodada; passado o prazo sem resposta, a rodada é considerada aprovada. Pedido de reembolso passa por análise humana.
Não, e as duas coisas nem se tocam. A ART é cadastrada em formulário eletrônico do Crea e assinada por senha pessoal e intransferível, na forma do art. 5º da Resolução Confea nº 1.137/2023. E a validade jurídica não vem do desenho do traço: vem do meio de comprovação de autoria e integridade aceito pelas partes ou exigido por quem recebe o documento — certificado ICP-Brasil, autenticação da plataforma ou outro admitido entre as partes, na forma do art. 10, § 2º, da MP nº 2.200-2/2001. O que entregamos é uma identidade gráfica de assinatura manuscrita: a camada visual, que convive com as duas e não altera nenhuma.
Não. Nenhum dos três importa SVG — está na documentação oficial da Autodesk e da Graphisoft, e preferimos dizer antes que você descubra. O que funciona: o PNG com fundo transparente entra como imagem nos três e resolve a maior parte dos usos; e o SVG, que é vetor de verdade, converte para DXF ou DWG sem perda de curva quando você precisar de geometria dentro do desenho. No AutoCAD há ainda a rota oficial, PDFIMPORT — mas ela pede um PDF vetorial, exportado por você a partir do SVG; o PDF do kit é a assinatura em imagem, para leitura e impressão. O kit entrega PNG, SVG e PDF; a conversão é um passo seu.
Nos dois, por motivos diferentes. O SVG é vetor real — caminhos, sem imagem embutida —, então a mesma curva imprime em qualquer tamanho. O PNG tem resolução fixa e deve ser usado no tamanho para o qual foi gerado. Sobre a placa, uma precisão: o art. 16 da Lei nº 5.194/1966 exige o nome do autor, dos coautores e dos responsáveis pela execução; título profissional e número de registro, onde aparecem na placa, entram por orientação de fiscalização do seu Crea. Nem a lei nem a Resolução Confea nº 407/1996 exigem a sua assinatura ali: levá-la é escolha sua, não obrigação — e o arquivo suporta.
Não. A ART é cadastrada em formulário eletrônico e assinada por senha pessoal e intransferível no sistema do Crea, na forma do art. 5º da Resolução Confea nº 1.137/2023 — e não pela forma do seu traço. A via manualmente preenchida existe, mas só em caráter excepcional, com justificativa fundamentada (art. 74). O que você já registrou e já assinou continua como está. O que pede atualização, se você usar o traço novo lá, é ficha de firma em cartório e cartão de autógrafo em banco.
Você recebe os conceitos do seu plano — a quantidade está no card, ao lado do número de rodadas — e aprova antes da arte final. Os ajustes de traço, inclinação e composição acontecem nas rodadas do seu plano, sobre o conceito que você escolheu.
Os primeiros conceitos chegam no prazo do seu plano, contado do briefing completo — o número de dias úteis está no card de cada um, e a Identidade Exclusive tem prioridade de produção. Cada rodada de ajuste segue o mesmo prazo.
PNG com fundo transparente, SVG vetorial e PDF. Mais variações de cor, assinatura de e-mail, versão para impressão em alta resolução, monograma, rubrica e um mockup aplicado em documento. O SVG é vetor real: caminhos, sem imagem embutida. A partir da Identidade Executiva entram o guia de treino e o manual de prática criado à mão por calígrafo profissional.
Há um período de adaptação. A partir da Identidade Executiva o kit inclui o guia de treino e o manual do calígrafo: passos numerados e folhas de prática para o traço novo sair natural em poucos dias.
Se você usar o traço novo onde existe ficha de firma ou cartão de autógrafo, sim. É uma atualização única, feita por você.
Conceitos desenhados do zero para o seu nome, com escopo, rodadas e prazo por escrito antes do pagamento. O briefing leva menos de cinco minutos — e dele nasce o traço que vai no carimbo da próxima prancha, no próximo laudo e em cada memorial que sair com a sua responsabilidade técnica.